bis helicópteros: referência em gestão de helipontos
A gestão de helipontos executivos e hospitalares exige uma convergência exata entre conformidade jurídica, eficiência de solo (handling) e gerenciamento de risco operacional. Diferente de aeroportos convencionais, o heliponto opera em ambientes urbanos densos ou estruturas elevadas complexas, o que eleva a exigência de precisão técnica em cada pouso e decolagem.
A operação legal e segura de um heliponto no Brasil está ancorada nas diretrizes estabelecidas por três esferas principais: ANAC, DECEA e as Prefeituras Municipais. A gestão técnica deve garantir o alinhamento contínuo.
SOMOS O PRIMEIRO HELIPONTO HOMOLOGADO EM ESTÁDIOS DE FUTEBOL DO ESTADO DE SÃO PAULO: O HELIPONTO CORINTHIANS (SBOP) É BIS HELICÓPTEROS.
Transformamos a complexidade regulatória e operacional em conveniência, garantindo que sua infraestrutura esteja sempre pronta, segura e em total conformidade com as leis aeronáuticas vigentes.
Homologação e regularização junto aos órgãos reguladores
Elaboração e tramitação de processos junto à ANAC e ao DECEA para a abertura do tráfego aéreo da sua estrutura, elevada ou de superfície, em todo o território nacional.
Renovações e atualizações periódicas
Gestão de vencimentos de portarias, atualização de planos de zona de proteção de helipontos (PBZH) e revalidações periódicas para manter sua operação sempre em conformidade.
Estudos de viabilidade para novos projetos
Análise aeroportuária e topográfica completa, avaliando restrições de obstáculos urbanos ou ambientais para garantir a viabilidade e a segurança do seu projeto.
Na aviação comercial e executiva, a excelência em solo exige o mais alto padrão de segurança, previsibilidade e rigor técnico. O Bis Aviation Group une infraestrutura estratégica, equipe altamente capacitada e certificações internacionais para garantir o suporte de solo que sua aeronave necessita. Unimos nossa sólida experiência no mercado nacional e global para entregar a credibilidade de quem verdadeiramente domina o setor aeronáutico.
EQUIPE DE ALTA perFORMANCE, ATENDIMENTO VIP E BOMBEIROS
Toda a equipe de solo (bombeiros de aeródromo ou brigadistas aeroportuários) deve passar por simulados práticos de evacuação e combate ao fogo com periodicidade mínima semestral, documentando cada ação no Plano de Resposta a Emergência (PRE)
Em helipontos de grande fluxo (como os corporativos e o Heliponto Corinthians), a operação VFR traz dinâmicas específicas para o gestor:
REH (Rotas Especiais de Helicópteros): Em metrópoles como São Paulo, existem verdadeiras “rodovias virtuais” no céu (as REHs) criadas pelo DECEA. Os helicópteros voam VFR seguindo rigidamente esses corredores visuais para não interferir no tráfego de jatos comerciais que pousam por instrumentos em Congonhas ou Guarulhos.
Responsabilidade de Separação: No voo VFR, a responsabilidade primária de evitar colisões com outras aeronaves é do piloto (“ver e evitar”). O órgão de controle de tráfego aéreo (ou o operador de rádio do heliponto) fornece informações de tráfego, mas o comando final do desvio visual é de quem está a bordo.
Plano de Voo VFR: Mesmo sendo visual, para adentrar espaços aéreos controlados (CTR ou TMA), o piloto deve obrigatoriamente registrar um Plano de Voo (ou Notificação de Voo) simplificado junto ao sistema do DECEA (CGNA) antes da decolagem.
MANUTENÇÃO DE LINHA AÉREA
AVIÔNICOS HELICÓPTEROS
AVIÔNICOS AVIÕES EXECUTIVOS
HOMOLOGAÇÃO E GESTÃO DE HELIPONTOS
CURSOS DE FORMAÇÃO NA AVIAÇÃO
Inspeções Boroscópicas, gerenciamento de aeronaves